Proteção e Combate a Incêndio movimenta cerca de 3 bilhões por ano no Brasil

Regulamentação ainda é ineficiente

São Paulo – Segundo estimativa da Underwriters Laboratories (UL), empresa global de segurança de produtos com forte atuação no Brasil, a indústria de proteção contra incêndios movimenta anualmente cerca de 3 bilhões de reais no país. De olho nesse segmento, a UL receberá até 07 de outubro, em seu pavilhão na FISP (Feira Internacional de Segurança e Proteção) – FIRE SHOW (International Fire Fair), um grupo de clientes chineses e indianos que são certificados pela empresa em seus respectivos mercados e têm interesse em exportar para o Brasil.

A indústria de proteção contra incêndios tem inúmeros itens como sprinklers, centrais de detecção, alarme e combate a incêndio (e seus acessórios), portas corta-fogo, líquidos geradores de espuma, tubos e conexões C-PVC, bombas, hidrantes, iluminação e sinalização de emergência, viaturas de combate a incêndio, entre outros. Entretanto, apenas alguns produtos são regulamentados pelo INMETRO, tais como, Mangueiras, Extintores de Incêndio, Pó para Extinção de Incêndio e Indicador de pressão para extintores de incêndio.

Segundo Vladson Athayde, gerente da unidade de Proteção e Combate a Incêndio da UL para a América Latina, a falta de normas mais rígidas, associada à ausência de regulamentação sobre a fabricação, importação, comercialização e instalação de produtos relacionados ao combate, proteção e detecção de incêndio favorecem a existência de produtos não certificados no mercado. Um exemplo são centrais de alarme e sprinklers , que na maioria das vezes não têm o desempenho esperado em caso de emergência.

“Temos trabalhado em parceria com as autoridades com o objetivo de esclarecer as melhores práticas que poderiam reduzir incêndios e salvar vidas. Nossos clientes, fornecedores experientes em mercados maduros, tem expertise e a certificação UL em seus produtos. Acreditamos que é uma excelente oportunidade de gerar bons negócios neste evento”, conclui Athayde.

 

Fonte: Cobertura – Mercado de Seguros
Data: 07/10/2016